SINDIMOV-MG realiza missão empresarial a complexo penitenciário
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Categoria: SINDIMOV-MG
ago, 31, 2017

O SINDIMOV-MG está sempre buscando oportunidades e soluções que possam contribuir e facilitar a atividade de seus associados. Muitas vezes de forma inovadora. Como a Missão que está liderando para conhecer o Complexo Penitenciário Público-Privado, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. No dia 13 de setembro, empresários do setor moveleiro vão conhecer uma experiência que há quase cinco anos vem se mostrando muito positiva. A GPA, empresa que administra o complexo, é a ponte que une empresários, que buscam soluções mais viáveis para sua mão de obra, e presos, que esperam por uma oportunidade de trabalho.

É discurso recorrente: preso precisa trabalhar por vários motivos, entre eles o que se ocupa e assim pode cumprir melhor sua pena antes de retornar à sociedade. Mas como ele pode se ocupar e não há trabalho para ele na maioria das penitenciárias brasileiras.

A Lei de Execução Penal (LEP), que rege as relações entre Estado e pessoas privadas de liberdade desde 1984, aponta para uma série de benefícios para os empresários que se proponham a ajudar a mudar a grave situação dos detentos brasileiros. Assim, o empresário que abre uma oportunidade para a pessoa privada de liberdade não está sujeito aos encargos trabalhistas que tanto o incomodam. Quem contrata mão de obra carcerária paga ao trabalhador a quantia equivalente a ¾ do salá­rio mínimo.
Traduzindo, tem um ganho enorme de competitividade frente aos concorrentes na hora de levar seu produto ao mercado.

O trabalho realizado por mão de obra carcerária contribui de forma ampla para a transformação de uma sociedade. Dá oportunidade real a quem teve poucas chances na vida. Valoriza a imagem da empresa e empresário como socialmente responsáveis.

Faltava ao empresário um parceiro que pudesse viabilizar essa ponte entre a empresa e a prisão. No CPPP, diferentemente de outros estabelecimentos prisionais, há uma estrutura própria para produção industrial dentro das unidades prisionais. São seis oficinas de trabalho em cada unidade com total estrutu­ra para vários tipos de fábricas – bancos automotivos, EPI, confecção, calçados, embalagens, tubos e conexões, circuitos eletrônicos.

Dessa forma, os presos não precisam deixar a área de segurança da unidade para produzir. Por outro lado, o empreendedor não se preocupa com aluguel, IPTU, logística (Vale transporte) e alimentação (Vale refeição) dos trabalhadores. A empresa tem a possibilidade de adequar a quantidade de trabalha­dores de acordo com sua necessidade. Se a produ­ção aumenta pode-se facilmente con­tratar mais mão de obra.

É para conhecer de perto essa experiência que o SINDIMOV-MG convida seus associados para a visita do próximo dia 13 de setembro.

Interessados devem confirmar presença, até o dia 11 de setembro às 14h, pelo telefone (31) 3357 3169 ou pelo e-mail sindimov@sindimov.com.br.

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